quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cálculo INSS









Vamos abordar nesse artigo vários tipo de cálculos do INSS, como valores de contribuição e de benefício.

Contribuições

Alíquota de  20%

Multiplique o valor de salário-de-contribuição que deseja por 0,2
Exemplo: R$2.000,00 * 0,2 = R$400,00

Alíquota de  11%

Apenas para salário mínimo, multiplique o salário por 0.11
Exemplo: R$678 * 0,11 = R$74,58

Alíquota de  5%

Apenas para salário mínimo, multiplique o salário por 0.05
Exemplo: R$678 * 0,05 = R$33,90 

Valor do benefício 

O Salário de benefício é calculado fazendo uma média com 80% das maiores contribuições, sendo considerados as contribuições a partir de 07/1994

O valor dos seguintes benefícios de prestação continuada será calculado com base no salário-de-benefício:

I - aposentadoria por idade;
II - aposentadoria por tempo de contribuição;
III - aposentadoria especial;
IV- auxílio-doença;
V - auxílio-acidente de qualquer natureza;
VI - aposentadoria por invalidez;
VII - aposentadoria de ex-combatente; e
VIII - aposentadoria por tempo de serviço de professor.

Não será calculado com base no salário-de-benefício o valor dos seguintes benefícios de prestação continuada:

I - pensão por morte;
II - auxílio-reclusão;
III - salário-família;
IV - salário-maternidade;
V - pensão mensal vitalícia de seringueiros e respectivos dependentes;
VI - pensão especial devida às vítimas da Síndrome da Talidomida;
VII - benefício de prestação continuada de que trata a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, a Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS; e
VIII - pensão especial mensal aos dependentes das vítimas fatais de hemodiálise (acidentes ocorridos em Caruaru/PE), na forma da Lei nº 9.422, de 24 de dezembro de 1996.

Renda Mensal inicial

 A RMI do benefício será calculada aplicando-se sobre o salário-de-benefício os seguintes percentuais:

I - auxílio-doença: noventa e um por cento do salário-de-benefício;
II - aposentadoria por invalidez: cem por cento do salário-de-benefício;
III - aposentadoria por idade: setenta por cento do salário-de-benefício, mais um por cento deste por grupo de doze contribuições mensais, até o máximo de trinta por cento;
IV - aposentadoria por tempo de contribuição: 

a) para a mulher: cem por cento do salário-de-benefício aos trinta  anos de contribuição;
b) para o homem: cem por cento do salário-de-benefício aos trinta e cinco anos de contribuição; e
c) para o professor e para a professora: cem por cento do salário-de-benefício aos trinta anos de contribuição, se do sexo masculino, e aos vinte e cinco anos de contribuição, se do sexo feminino, de efetivo exercício em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio;

V - aposentadoria especial: cem por cento do salário-de-benefício; e
VI - auxílio-acidente: cinquenta por cento do salário-de-benefício.

O fator previdenciário , será aplicado para fins de cálculo da renda mensal inicial - RMI de aposentadoria por tempo de contribuição, inclusive de professor, observando que será adicionado ao tempo de contribuição do segurado:

I - cinco anos, se mulher;
II - cinco anos, se professor que exclusivamente comprove tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou médio; e
III - dez anos, se professora que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil, ensino fundamental ou médio.

Parágrafo único. Ao segurado com direito à aposentadoria por idade é assegurada a opção pela aplicação ou não do fator previdenciário, considerando o que for mais vantajoso.

5 comentários :

Mari P.S. disse...

Mr. Prev, estou afastada recebendo auxilio doença, nesta situação, posso sacar o FGTS?

Mr. Prev disse...

Até onde eu sei não, mas você pode ter melhores informações na CEF.

Celio Pereira disse...

Mr. Prev,

Tenho 52 anos (53 em setembro). De fevereiro de 1986 a dezembro de 1986, ainda estudante, meu pai "pagou meu INSS", através de carnê, acredito eu que pelo valor mínimo. De janeiro de 1987 a junho de 2008 trabalhei numa empresa e sempre ganhei mais de 10 salários mínimos sendo descontado pelo teto. A partir de julho de 2008 passei a trabalhar por conta própria e, desde então, venho contribuindo como contribuinte individual (20%) pagando sempre "pelo teto".
Pelo tempo que falta pra me aposentar por tempo de contribuição e baseado na regra da média de 80% das maiores contribuições desde 07/1994, devo continuar contribuindo pelo teto para maximizar meu salário de aposentado ou estarei jogando dinheiro fora podendo passar a contribuir pelo mínimo que o resultado final será o mesmo?
Obrigado antecipadamente.

Mr. Prev disse...

20$ das contribuições serão descosndieradas, mas o resultado não será exatamente o mesmo.
Exemplo: ao epgar suas contribuições do ano de 1995 e corrigir, provavelmente elas vão ter um valor inferior ao teto de hoje, um pouco menos. Então haverá uma diferença no valor do benefício para baixo já que ao inves de ser descosndierados os emses reajsutados que estão mais longe d teto, serão essas de salário minimo

Celio Pereira disse...

Entendei. Eu não havia considerado a questão do reajuste. Cálculo difícil...
Obrigado!